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26.5.08

Enfim ... sós!!!

Pra não perder o costume:


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Tentativa frustrada de atravessar a fronteira Estados Unidos/México,disfarçado de banco de automóvel. Ele deve ter se inspirado na novela América.



Tô de volta, galera!!! Também estamos no Ministério das Letras .


Beijos no cuore

29.2.08

Esconde-e-acha

Olá amigos,

gostaria de vos dizer que hoje, estamos lá no Ministério das Letras. Se quiserem me acompanhar, o prazer será todo meu. É um lado meu mais reflexivo que vez em quando deixa-se revelar.
Bom fim de semana,

Chris

9.2.08

Traições, desilusões e certezas

Hoje a postagem é aqui Ministério das Letras, senhoras e senhores.

Como já não tenho pouca coisa para fazer, então arrumei mais uma...rs.... e este blogue tem uma característica própria de reflexões acerca de experiências e até mesmo pensamentos que precisam vir para o 'papel'. E lá tem uma história que tem confortado muito o meu coração ultimamente.

Kisses, kisses
Chris

3.10.07

Direto do NYTimes

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A revista dominical do jornal The New York Times do dia 9 de setembro pergunta, não sem constrangimento, se Freud era um defensor da fé. Claro, a resposta óbvia é não. No entanto, os ateus de plantão, animados pelo recente lançamento de “Deus, um Delírio”, de Richard Dawkins (Companhia das Letras), e pelo ainda não traduzido no Brasil “God Is Not Great”, de Christopher Hitchens, devem colocar as barbas de molho.

Para o autor da matéria existe mais sobre a, digamos, “religiosidade” de Freud. Mark Edmundson afirma que Freud sugere que a fé em Deus “possibilitou um retorno à vida interior, tornando-a rica”, além de reconhecer “poesia” e “promessa” na religião.

O que parece novidade na matéria do NYTimes não o é para os leitores de obras como Cartas entre Freud e Pfister. Com prefácio da filha do pai da psicanálise, Anna Freud, a correspondência entre o pastor protestante Oskar Pfister e Freud, entre 1909 e 1938, é, nas palavras do psicanalista Joel Birman , “talvez o arquivo mais importante para balizarmos a relação entre os discursos psicanalítico e religioso”. Aliás, Anna Freud disse a Armand Nicholi, psiquiatra e professor da Escola de Medicina de Harvard, algo que precisa ser lembrado sobre o mais conhecido dos ateus do século passado: “Se você quiser conhecer o meu pai, não leia a sua biografia: leia a suas cartas”. O autor de Deus em Questão: C.S. Lewis e Freud debatem Deus, amor, sexo e o sentido da vida seguiu o conselho e não deixa por menos: “Freud cita frequentemente a Bíblia [...]. As cartas são repletas de ‘se Deus quiser’; 'o bom Senhor'; 'a vontade de Deus'; 'pela graça de Deus'; 'eu passei nos meus exames com a ajuda de Deus'; 'minha oração secreta' [...]”.

Não tenho maldade o suficiente para afirmar que Richard Dawkins está construindo uma igreja, talvez a dos sem-igreja, mas que o seu proselitismo é capenga, isso é. Graças a Deus.


Marcos Bontempo, editor.
Das prateleiras da Ultimato.